Se
as notas não saírem na próxima sexta-feira, ainda vamos ouvir Luís Montenegro acusar
os professores de terem espetado alfinetes em bonecos de vodu com a cara de
Fernando Alexandre, enterrado galinhas pretas, invocado demónios cornudos, sabotado por artes de mau-olhado um processo que tinha tudo para correr tão bem.
O
primeiro-ministro coloca a cabeça no cepo, não percebi bem a troco de quê,
mas deve ser a única forma de se livrar daquele sorriso de gozo, sempre infame,
sempre rasteiro.
Nojo.