Deitado sobre a pequena manta, o bebé tenta agarrar o pequeno cilindro de luz que entra pela janela. É uma delícia ver o espanto com que abre o rosto, enquanto vai rodando a mão, abrindo, fechando, para tentar, outra vez e outra vez, sempre intrigado por perceber-se incapaz de segurar o que, afinal, está mesmo ali. Um diálogo maravilhoso.